• Clínica Leprevost

Com câncer de mama na família o meu risco aumenta?

Atualizado: 30 de Ago de 2019

Em média, somente 10 a 12% dos casos de câncer de mama são hereditários, genéticos. A grande maioria ainda está relacionada aos hábitos de vida: sedentarismo, obesidade, etc. Ao avaliarmos o histórico familiar da paciente, é preciso fazer uma análise detalhada dos casos na família, se quem teve é parente de primeiro grau e com que idade desenvolveu a doença, por exemplo. Alguns fatores podem aumentar o risco da mulher ter predisposição genética a desenvolver o câncer: - Se houve casos de câncer de mama ou ovário em parentes de primeiro grau; - Se a doença se manifestou na pré-menopausa, ou seja, antes dos 50 anos; - Se o parente teve câncer de mama nas duas mamas ao mesmo tempo; - Se há histórico de homens com câncer de mama na família. Caso haja comprovação destes fatores, justifica-se a realização do mapeamento genético da família. Mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, por exemplo, são fortes indícios para o desenvolvimento do câncer de mama. Nestes casos, quando constatado, as mulheres precisam fazer acompanhamento desde cedo, a partir dos 25 anos ou 10 anos antes da idade que a pessoa mais nova da família apresentou a doença. O acompanhamento passa a ser feito com mamografias, ultrassonografias e ressonâncias, afim de possibilitar o diagnóstico precoce. Em casos mais extremos, o médico pode até lançar mão da mastectomia profilática, que é a cirurgia redutora de riscos, quando se retira a mama mesmo antes da doença se desenvolver.


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